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Eram os deuses astronautas? (parte 4)

Capítulo VIII


É completamente impossível imaginar-se por que, 3.000 anos antes de Cristo, os incas cultivavam algodão no Peru, embora não conhecessem, nem possuíssem teares... Os maias construíram estradas, mas não faziam uso da roda, embora a conhecessem... O fantástico colar de jade verde, de cinco voltas, encontrado na pirâmide tumular de Tical, Guatemala, é um verdadeiro milagre porque o jade é originário da China... Incompreensíveis as esculturas dos olmeques.


Capítulo IX


Não se construia uma pirâmide porque dela se necessitava, não se construíam templos porque eram precisos. Construíram-se pirâmides e templos porque o calendário prescrevia que, cada 52 anos, um número de degraus de uma obra arquitetônica deveria ser concluído.

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A fim de se ter uma ideia da exatidão do calendário maia, enumeramos aqui os períodos cronológicos que usavam:


20 kins = 1 uinal ou 20 dias

18 uinals = 1 tun ou 360 dias

20 tuns = 1 katun ou 7.200 dias

20 katuns = 1 baktun ou 144.000 dias

20 baktuns = 1 pictun ou 2.880.000 dias

20 pictuns = 1 calabtun ou 57.600.000 dias

20 calabtuns = 1 kinchiltun ou 1.152.000.000 dias

20 kinchiltuns = 1 atautun ou 23.040.000.000 dias

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O observatório de Chichén é a primeira e mais antiga das construções arredondadas erguidas pelos maias. Até hoje ainda, o edifício restaurado dá a ideia de um observatório moderno.

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A 23 de novembro de 1953 detectou-se na tela de radar da Base Aérea de Kinross, em Michigan, um objeto voador desconhecido. O Tenente-aviador R. Wilson, que se encontrava em vôo de exercício em um avião a jato F-86, recebeu permissão para perseguir a "coisa". A equipe do radar observou como Wilson caçou o objeto desconhecido por 160 milhas. De repente, na tela de radar, os dois corpos voadores fundiram-se num só. Chamadas de rádio ao Tenente Wilson ficaram sem resposta. O espaço foi "penteado" nos dias seguintes por tropas de reconhecimento, a fim de se descobrirem destroços; o Lago Superior, situado nas proximidades, examinado quanto a vestígios de óleo. Nada foi encontrado. Nenhum vestígio do Tenente Wilson.

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Às 7:17 na manhã de 30 de junho de 1908, na Taiga siberiana: uma bola de fogo cruzou o céu e perdeu-se na estepe.


Em 1961 e 1963, de ordem da Academia Soviética das Ciências, mais duas expedições foram enviadas a Tunguska. Este grupo de cientistas, equipado com os mais modernos instrumentos técnicos, chegou à conclusão de que deveria ter acontecido uma explosão nuclear.

Quais as explicações que se oferecem para essa explosão nuclear no ano de 1908?

Eram os deuses astronautas? (parte 3)

Capítulo V


Talvez faça algum bem dizer algumas palavras sobre a "verdade". O adepto incondicional de uma região está convicto de que ele possiu a "verdade". Isso é válido não só para o cristão, mas também para os membros de outras comunidades religiosas, grandes ou pequenas.

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O resultado é uma forma fechada de pensar que fomos induzidos a aceitar desde a infância. Não obstante, muitas gerações viveram e vivem na convicção de estar de posse da "verdade".

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Em todo o mundo, hoje em dia, há escavações provando que tradições correspondem aos fatos. Mas ocorreria a um único cristão a idéia de reconhecer o deus da cultura pré-incaica como o Deus genuíno, tendo em vista as escavações realizadas no Peru?

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Figuremos, por exemplo, a idéia terrível, mas infelizmente possível, de a nossa civilização atual ser completamente aniquilada por uma guerra em que se usassem bombas H. 5.000 anos mais tarde, os arqueólogos achariam então fragmentos da Estátua da Liberdade, de Nova York. Segundo o atual esquema de pensamento, os arqueólogos do futuro deveriam afirmar: trata-se de monumentos bem simples, isto é, de uma Estátua da Liberdade, é coisa que nem se poderia dizer.

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Não é mais possível bloquear os caminhos para o passado por meio de sentenças dogmáticas.

Capítulo VI


Os maias eram inteligentes, possuíam cultura elevadíssima. Legaram-nos não somente um fabuloso calendário, mas deixaram-nos como herança também computações incríveis.

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A famosa equação de Vênus poderia, muito plausivelmente, ter sido calculada por um cérebro eletrônico. O difícil aí, evidentemente, é acreditar que foi formulada por um povo semi-selvagem. A fórmula de Vênus, desenvolvida pelos maias, parte do seguinte:

O Tzolquin tem 260 dias, o ano terrestre 365 e o ano de Vênus 584. Nesses números se oculta uma possibilidade divisória assombrosa: 365 pode ser dividido por 73 cinco vezes; 584 oito vezes. A fórmula incrível apresenta-se assim:


Lua: 20 x 13 x 2 x 73 = 260 x 2 x 73 = 37.960

Sol: 8 x 13 x 5 x 73 = 104 x 5 x 73 = 37.960

Vênus: 5 x 13 x 8 x 73 = 65 x 8 x 73 = 37. 960


Assim, depois de 37.960 dias, coincidem todos os ciclos. A mitologia afirma que então os "deuses" se reuniriam na Grande Praça do Repouso.

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Este poema épico da Índia antiga, o Mahabharata, é mais volumoso que a Bíblia e seu núcleo tem a idade de, no mínimo, 5.000 anos, mesmo numa estimativa prudente.

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O primeiro livro do Mahabharata revela a estória íntima da solteira Kunti, que não só recebeu a visita do deus-sol, mas em seguida também um filho, que teria sido radiante como o próprio sol. Como Kunti - já então! - temia a vergonha, deitou a criança numa cestinha, abandonando-a num rio. Adhirata, um homem honesto da casta dos Suta, pescou da água a cestinha com a criança, que passou a criar.


Realmente, uma estória pouco digna de ser mencionada aqui, se não tivesse uma semelhança evidente com a história de Moisés!

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Todo turista conhece a ilha Elefantina, com o famoso Nilômetro, em Assuã. Já nos escritos mais antigos, a ilha se chama Elefantina, porque tinha o aspecto de um elefante. Mas de onde sabiam disso os antigos egípcios, uma vez que essa forma só pode ser reconhecida de bordo de um avião? Pois ali não há colina alguma que ofereça a possibilidade e abranger com um só olhar a ilha inteira!

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No ano de 1965, os americanos enterraram no subsolo de Nova Yorque duas "cápsulas de tempo", construídas de molde a poderem suportar, até o ano de 6965, tudo que - mesmo com imaginação audaciosa - esta Terra possa oferecer em contratempos e reveses. Essas cápsulas de tempo contêm notícias quue desejamos transmitir à posteridade, a fim de que, algum dia, aqueles que se esforçarem por esclarecer as trevas do passado de seus ancestrais possam facilmente saber como estamos vivendo hoje. As cápsulas são feitas de um metal que é mais duro do que o aço; podem até suportar, sem dano, uma explosão atômica.


Além de "notícias do dia", há também fotografias de cidades, navios, automóveis, aviões e foguetes. Conservam elas em seu interior amostras de metais e materiais plásticos, de fibras e tecidos; legam à posteridade objetos de uso diário, tais como moedas, ferramentas e artigos de toalete; livros sobre matemática, medicina, física, biologia e astronáutica encontram-se gravados em microfilmes. A fim de completar esta contribuição para um desconhecido futuro remoto, encontra-se nas cápsulas uma "chave", isto é, um livro que é uma espécie de código mestre, por meio do qual as coisas escritas e desenhadas nas demais obras poderão ser compreendidas nos idiomas futuros.

Eram os deuses astronautas? (parte 2)

Capítulo III


"O que diz a lenda sobre a cidade misteriosa de Tiahuanaco?

Ela menciona uma espaçonave dourada, procedente das estrelas; nela veio uma mulher - Orjana era seu nome - para cumprir a missão de tornar-se mãe primeva da Terra. Orjana, que possuía 4 dedos apenas, ligados entre si por nadadeiras, deu à luz 70 filhos terrestres, regressando em seguida às estrelas.

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Sacsayhuaman desconhecida, situada à distância de um escasso quilômetro apenas da conhecida fortificação incaica.

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Em Tiahuanaco vêem-se avantajadas elevações artificiais cujos cimos, absolutamente planos, se estendem por uma àrea de 4.000 metros quadrados. É muito provável que debaixo delas existam edifícios soterrados. Até agora não foi feita vala alguma através dessa cadeia de colinas, nenhuma enxada procurou cavar até a solução do enigma.

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Se o anseio de descobrir nosso passado não bastar como alavanca propulsora de pesquisas modernas intensivas, a régua de cálculo possivelmente poderá entrar em ação corroborante, Até agora, em todo caso nenhum cientista foi convidado a proceder, mediante os mais modernos instrumentos de trabalho, a pesquisa de radiação em Tiahuanaco ou Sacsayhuaman, no deserto de Gobi, ou nas lendárias Sodoma e Gomorra.

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Um "selvagem" que, de qualquer maneira, possui a habilidade de produzir pinturas murais, afinal já não pode ser considerado tão selvagem assim. O desenho mural da dama de brandberg (África do Sul) poderia ser uma pintura do século XX: usa um pulôver de manga curta, calças bem agarradas, luvas, ligas e sandálias. A dama não está só: atrás dela, em pé, está um homem magro, com uma estranha haste farpada na mão; na cabeça, traz um capacete muito complicado, com uma espécie de viseira. Como pintura moderna, aceito sem objeção! O problema está em que se trata de um desenho de caverna pré-histórica."



Capítulo IV


A Bíblia está cheia de mistérios e contradições. O Gênese, por exemplo, comela com a criação da Terra, que é contada com absoluta precisão geológica. De onde, porém, sabia o cronista que os minerais precederam às plantas e as plantas aos animais?

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"Deus" também disse a Moisés que ele mesmo lhe falaria, do interior daquela sede de misericórdia. Ninguém - assim ele instruiu Moisés com clareza - deveria chegar perto da Arca da Aliança, e para seu transporte deu ele instruções precisas sobre a vestimenta a ser usada e o calçado apropriado. A despeito de todos esses cuidados, assim mesmo houve depois um deslize (2º Livro de Samuel, capítulo VI). Numa ocasião em que Davi mandou transportar a Arca da Aliança, Oza ia a seu lado. Quando os bois, que puxavam o carro, se agitaram e fizeram a Arca pender para um lado, Oza susteve-a com as mãos: como que atingido pelo raio, caiu morto no mesmo instante.


Sem dúvida, a Arca da Aliança estava eletricamente carregada. Pois, se hoje a reconstruirmos de acordo com as instruções fornecidas por Moisés, produzir-se-á uma carga elétrica de várias centenas de volts. O condensador será formado pelas placas de ouro, uma carregada positivamente, e a outra, negativamente.

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Moisés ouvia a voz do seu Senhor, nunca, porém, o avistou. Quando uma vez pediu que se lhe mostrasse, seu "Deus" respondeu: "Tu não podes enxergar minha face, pois homem algum que me vê permanece em vida." E o Senhor falou: "Vê, há lugar a meu lado, pisa na rocha. Quando minha glória passar, colocar-te-ei numa brecha da rocha, e estenderei minha mão protetora sobre ti, até que eu tenha passado. E quando então eu tirar a mão, tu me verás pelas costas, mas meu rosto não poderás fitar!" (Êxodo, XXXIII, 20.)

Há duplicações surpreendentes. Na Epopéia de Gilgamés, que se origina dos sumérios e é muito mais antiga do que a Bíblia, na quinta prancha se encontra, singularmente, a mesma sentença: "Nenhum mortal sobe ao monte onde habitam os deuses. Quem olhar para o rosto dos deuses, tem de perecer."

Em diversos livros antigos, que registram partes da história da humanidade, há narrações muito parecidas. Por que os "deuses" não queriam mostrar-se face a face? Por que não deixavam cair suas máscaras? O que temiam? Ou a descrição do Êxodo é oriunda da Epopéia de Gilgamés? Também isso é possível: afinal, consta que Moisés foi educado na corte real egípcia. Quiçá tivesse naqueles anos acesso às bibliotecas ou tivesse conhecimento de velhos segredos.

(...)

De fato, encontrou-se em Ezeon-Geber a maior instalação fundidora do Oriente antigo: um forno regular de fundição, ultramoderno, com um sistema de canais ventiladores, chaminés e aberturas com finalidades específicas. Peritos em mineração, de nossos dias, ficam estarrecidos ante o fenômeno, até hoje não esclarecido, de como, nessa instalação antiquíssima, podia ser purificado cobre. Era esse, sem dúvida, o caso, pois em poços e galerias nos arredores de Ezeon-Geber, foram encontrados grandes depósitos de sulfato de cobre. A todos esses achados atribui-se a idade mínima de 5.000 anos.

Eram os deuses astronautas? (parte 1)



Capítulo I
"As premissas de que partimos para estabelecer condições mínimas de vida têm de ser revistas e novamente testadas.
Por exemplo: poder-se-ia pensar que a água altamente radioativa é sempre isenta de germes. Mas, na realidade, há certas espécies de bactérias que se adaptam à água letal que circula pelos reatores nucleares. Uma experiência realizada pelo Dr. Siegel chega às raias da fantasmagoria. Reproduziu ele, em seu laboratório, as condições atmosféricas de júpiter e cultivou bactérias, não possui um só dos requisitos que até agora enumeramos como indispensáveis à vida. Amônia, metano e hidrogênio não exterminaram aqueles seres vivos.
As experiências de Hinton e Blum, entomologistas da Universidade de Bristol, também alcançaram resultados surpreendentes. Os dois cientistas desidrataram uma espécie de pequeninos mosquitos à temperatura de 100ºC. Logo após, imergiram seus diminutos "cobaios" em hélio líquido que, como se sabe, é tão frio como o espaço. Depois de os submeter a poderosa radiação, fizeram-nos retornar às suas condições normais de vida. Os ditos insetos nada perderam de suas funções biológicas e produziram mosquitinhos perfeitamente "sadios"."
Capítulo II
"Se a astronave viajar a 99% da velocidade da luz, transcorrerão somente 14 anos, um mês e 6 dias e meio para a tripulação em viagem, enquanto se escoarem 100 anos para todos quantos tiverem ficado na Terra. A diferença de tempo entre o dos viajantes e o da população terrestre pode ser calculada por meio da seguinte fórmula, deduzida das transformações de Lorentz:
(Nessa fórmula, t = tempo dos viajantes espaciais; T = tempo na Terra; v = velocidade da astronave; c = velocidade da luz).
A velocidade de vôo da espaçonave pode ser calculada por meio da equação básica de foguetes, estabelecida pelo Professor Ackeret:
(Nessa equação, v = velocidade; w = rapidez de emissão do jato; c = velocidade da luz; t = carga inicial de combustível)."

 
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